quarta-feira, 1 de setembro de 2010

You Learn...

© William Shakespeare


After some time you learn the difference, the subtle difference between giving a hand and fettering a soul;
And you learn that to love doesn't mean to support yourself, and that company doesn't always mean security.
And you learn that kisses are not contracts and that gifts are not promises.
And you start to accept your loss with your head up and eyes straight ahead, with the grace of a grown-up, not the sadness of a child.
You learn to build the roads of today, because tomorrow's land is too unknown to make plans and the future usually falls from nowhere.
After a while you learn that the sun burns if you expose yourself to it for very long.
And you learn that it doesn’t matter how much you care, some people just don’t.
And you accept that it doesn’t matter how good someone can be, they will hurt you once in a while and you have to forgive them for that.
And you learn that talking can be a relief to emotional pain.
You learn that it takes years to build trust and just seconds to destroy it, and you can do things in a second that you will regret for the rest of your life…
You learn that friendship continuous to grow even with the distance and that what matters is not what you have in life, but who you are in life.

And the family is our good friends they were who let us to have a choice.
And you learn that you don’t have to change friends if you understand that friends change, and you realize that you and your friend can do nothing or everything and still have good times together.
And you learn that the people you care the most are taken away from you too fast, that is why we should always say caring things to those we love, because it might be the last time we see them.

You learn that circumstances and ambient have influences at us, but we are our own concern.
And you learn that you shouldn’t compare yourself to others, but to the best you can become.
You learn that it takes a long time for you to become the person you want to be, and that life is too short.
And you learn that it doesn't matter where you've already gotten to, but where you are going, and if you don't know where you're going, anywhere will do.
You learn that either you control your acts or they will control you, and that being flexible doesn't mean you are being weak, or that you don't have a personality, for no matter how delicate and fragile a situation is, there are always two sides of it.
And you learn that heroes are those that did only what was necessary, facing troubles.
You learn that patience requires a lot of practice.
You find out that sometimes the person that you expect to kick you when you fall, is one of the few that will help you up.
You learn that maturity is about what kind of experiences you’ve had and what you’ve learned from them, not how many birthdays you have already celebrated.
You learn that there's more of your parents in you than you suppose.
You learn that you should never tell a child that dreams are foolishness, few things are so humiliating that it would be a tragedy if he believed that.
You learn that when you are angry you have the right to be angry, but that does not give you the right to be cruel.
You learn that just because someone doesn't love you the way you want to be loved, it doesn't mean that the person doesn't know how to love, and s/he loves you as much as s/he can, because there are people who love you, but simply don't know how to show it.
You learn that being forgiven is never enough, sometimes you have to learn to forgive yourself.
You learn that with the same harshness that you judge, you someday, will be condemned.
You learn that no matter how many pieces your heart was broken into, the world doesn't stop so you can fix it.
You learn that you cannot go back in time, so you have to take care of your garden and not wait for someone to bring you flowers.
And you learn you can really bear it, that you're really strong and that you can go farther than you think, and that life has a value and you have a value before life!
And you learn that our doubts are disloyal and that makes us lose what we could achieve, if it weren’t for the fear of trying.

domingo, 29 de agosto de 2010

Ao meu aniversário... For my birthday... Para mi cumpleaños



Nesse tumulto de anos, por entre o tempo do aprendizado, e sob o olhar de lembranças, e junto com a ajuda divina eu pude fazer minha estória. Eu pude enxergar mais ao próximo, exercitar os ensinamentos maternos, eu na verdade eu soube superar cada marca do destino, eu indaguei nada mais que a dúvida do amanhã por cada segundo vivido no hoje.
Aqui estou, mais uma primavera, uma comemoração a mais que ser apenas feliz. Obrigado primeiramente a DEUS, minha família e aqueles que são primordialmente importantes pra mim. Amo-os.
En este tumulto de los años, por entre el tiempo de conocimiento y bajo la mirada de recordaciones, y con la ayuda celestial yo pude hacer mi historia. Yo pude conocer al próximo mejor, practicar los consejos de los padres, efectivamente pude superar cada marca del sino, me lo tomé nada más que la duda sobre el amaña por cada segundo que vivo yo hoy.
Pues, estoy aquí, con más una primavera, celebración aparte de la alegría. Primeramente gracia a DIOS, mi familia y aquellos que primordialmente son importantes a mí. Los quiero muchísimo.
In this welter of years, between the time of learning, and under the gaze of memories, and with God's help I could get my story. I could see over the next, practice maternal teachings, I actually knew I overcome every mark of fate, I wondered nothing more than doubt that tomorrow's by every second lived in today. Here I am, plus a spring, a celebration more than just be happy. Thanks first to God, my family and those that are primarily important to me. I love them.

domingo, 28 de março de 2010

THE SUNDAY TIME 28.02.10



Katie – No dia que eu fui atacada pensei que fosse morrer. A dor era terrível – o acido foi bem mais profundo que pôde na minha face, pescoço e mão, assim que atingia os extremos dos nervos a dor ia diminuindo. Quando a ambulância chegou os enfermeiros me puseram numa dessas bolsas de defuntos, eu francamente pensei que fosse. Tudo que eu podia dizer era: “Graças a Deus já acabou. Não acontecerá de novo.”

Tinha 24 anos quando tudo aconteceu, trabalhava em Londres como modelo e apresentadora de TV. As pessoas me diziam que eu era bonita. Era convicta, sociável e alegre. Pode-se até dizer que eu era obcecada por minha aparência, necessariamente não mais bonita que as demais, mas estagiava como maquiadora, era boa em arrumar meu cabelo e maquiar-me, gastava um bom tempo nisso. Quando eu tia 22 anos eu estive no ‘pingente da beleza’ uma competição regional para a Miss Inglaterra. Foi um baita de um choque em saber que parte de minha vida terminou.

O conheci na internet e fiquei o admirando por duas semanas. Fomos para um hotel depois de uma noitada. Ele começou um ataque sexual e ameaçou destruir minha cara. Tentei terminar com ele. Um dia depois um estranho jogou acido na minha cara do lado de fora do meu apartamento. Soube depois quer fora o responsável. Esse ex pensou que se destruísse minha aparência, me destruiria por completo.

Assim que cheguei ao hospital, fiquei em coma induzido por semanas, não podia enxergar, mas podia escutar vozes ao longo, pensei que estivesse no céu. Assim que voltou a visão em apenas um olho, turvamente vi uma figura de azul e grisalho: Pai! Escutei sua voz e da mamãe “Se eles estão aqui, quer dizer que estou viva!”

Ainda no hospital não pude entender a magnitude do que houvera acontecido. Minha mão estava com curativos. Pensei que não mais a tivesse. E pensei comigo mesmo: “Nunca serei capaz de vestir-me apenas com uma mão!”. Estava no hospital por já dois meses, e isso não era uma realidade aceitável, tinha que vestir uma roupa especial para que me banhassem. Não era a vida de adulto que eu tinha. Papai era muito optimista, porém eu nunca houvera visto tão apavorado assim. Ele era o responsável em autorizar e assinar a folha de permissão para a remoção do meu rosto, não foi uma decisão fácil, mas ele fez o certo.

Meus pais estavam comigo dia e noite, puseram um colchonete e dormiam conversando comigo, e raramente comiam. Eles alternavam os horários de banho, e eu nunca ficava só. Pausaram suas vidas, desistiram do trabalho, se afastaram dos amigos. Saber que houve alguém que pôde fazer uma coisa dessas com o seu próprio filho é doloroso. Imagino que devem está ainda zangados por isso, porem não comentam, tentamos ser positivos.

Somos uma família muito unida, mamãe e papai têm um maravilhoso relacionamento, se o não, isso nos desimpulsonaria. Me davam força quando eu não queria seguir. Papai e eu tínhamos o mesmo senso de humor, riamos de nossas piadas sem graça.

Quando éramos criança, papai era muito participativo, sempre brincando, ele construiu uma gruta num toco de arvore velho para mim, meu irmão Paul e minha Suzy, comiamos espaguete lá. Nas férias ele nos enterrava na areia e desenhava uma calda de sereia, ele é muito afetivo, nos abraça e diz que nos ama. Uma vez no bar ele disse pra todo mundo: Katie conheceu Philip Schofield outro dia. “Eu pensei: Deus, Cruz-credo!”

Depois do acontecido precisava dos meus pais todo o tempo, me sentia como uma criança. Eu tinha fobia de água quente, não podia me banhar e mamãe lavava meu cabelo e corpo. Eles me ajudavam com a fisioterapia, eu me dependurava na beira da cama e eles me massageavam no pescoço, no músculo. Tinham que fazer compressas, quatro vezes ao dia, agora é apenas uma vez ao dia. Ainda tinha que usar uma mascara que no principio era muito desconfortável, era como se alguém pusesse suas mãos por entre meu rosto e empurrando. Era amarrado bem fortemente na minha cabeça, tão apertado que deixava meus dentes moles. Houve vezes que eu jogava minhas frustrações nos meus pais; mas é para isso que as famílias são. Assim que minha dependência se foi, eu voltara a ser a típica criança ingrata que dizia: “Eu não isso, aquilo!”

Minha vida era diferente agora, foi terrivelmente assustador, jamais poderia desfilar outra vez. Mas, a pior coisa foi perder minha normalidade. Ainda não podia engolir devidamente, adoecia a cada dia, mais ainda amedrontada. Não sou mais a pessoa que nasci pra ser, jamais saberei como seria minha cara aos 30, 40 ou 50. Tinha um nariz arrebitado, olhos azuis; sempre me perguntei: “Com o passar dos anos, como eu vou mudar?” Isso foi roubado de mim.

A pior de todas as coisas é que não mais pareço com minha família, muitos diziam que eu parecia com meu pai ou minha irmã. Mudei. Se eu tiver uma filha será doloroso, saber que ela se parece comigo, com o que eu deveria ser.

Jamais disse que isso tudo tem sido um pesadelo, há ainda partes boas, pois eu estou aqui para contar a estória. Sou sortuda, montei um centro de caridade chamado Fundação Katie Piper para ajudar outras víctimas de queimaduras a superar isso, para aconselhar-las e ajudá-las financeiramente.

O melhor conselho que meu pai me deu foi seja positiva, prossiga e faça o melhor, e é esta maneira que escolhi pra viver. Ser bonita já não mais significa tudo pra mim.

Artigo retirado do jornal ‘The Sunday Times’ 28, Fev, 2010

Entrevista por: Sophie Haydock

Tradução por: Whermane Mendonça


- A parte em que quero tocar é sobre a imparcialidade de aspectos tomados numa sociedade sobre ‘influências’, eu falo sobre padrões, estilos e aceitações de modas externas que por momentaneidade vêm. Quero intuir essas coisas de que: E se antes, nos primórdios dos tempos resolvessem andar nus? Que a roupa fosse convenientemente algo banal? Ou se acessórios para o corpo ou ‘tatoos’ fosse algo mais trivial que o nosso próprio cabelo? O que quero entoar é que opções de sociedades passadas, de costumes simples e normais são o que somos hoje, nossos costumes nos dizem quem somos, porém, que seria algo mais sobre cultura que coisa de pessoas não-ocupadas fazem. Katie assim como a qualquer um de nós é estreitamente treinada para não aceitar isso, é algo de nossa natureza.

Porém, é também de nossa natureza sermos mais superiores que outros pelo o que aparentam, pelo o têm dentro de seus bolsos, por nossa natureza seriamos mais belos, com dinheiro, com posses e menos feios, com divisões bem mais estreitas por sobre classes sociais. A lição que quero passar é que essa beleza que hoje Katie descobriu é algo que havia escondido dentro de si por anos, coisa que não fazia necessidade de expô-la, a vida reinventada de agora é o preconceito que existia antes, o sentimento ofuscado de antes é agora o mais bonito e puro que ela pode sentir.

E assim é, feios, bonitos, somos iguais, com o mesmo sangue correndo nas veias, com o mesmo destino assim que mortos, com a mesma dor se algo nos ferir. Seja belo, seja lindo, pense apenas positivo. –


Por Whermane Mendonça.

Você não está só

Ficaremos juntos,

Estarei ao seu lado

Sabes que eu segurarei sua mão

Quando estiver frio.

E quando parecer que é o fim

Não há nenhum lugar pra ir, não desistirei

Eu não desistirei.

Aguenta firme

Sabes que conseguiremos,

Conseguiremos.

Seja forte

Sabes que estou aqui por você, aqui por você

Não há nada que você possa dizer, nada que possa fazer

Não haverá outro jeito quando isso vier

Agüenta firme

Por que sabes que conseguiremos

De bem longe desejo que estivesse aqui

Antes seria tarde, isso poderia desaparecer

Antes as portas fechavam-se levando tudo ao fim

Mas com você ao meu lado eu brigaria, te defenderia

Escuta bem quando eu disse que

Eu acredito que nada vai mudar

Nada muda o destino

Ou o que é destinado pra ser

Sairá tudo perfeitamente bem...

[Alone – Avril Lavigne – the Best damn thing]