quinta-feira, 26 de junho de 2008


Quantos mundos existirão sob o meu? E quantos pessoas eu tornarei supremas sobre meu olhar? Sabe lá quantas razões eu dei a esse vazio no meu peito, pra que ele permanecesse, pra que se perpetuasse dentro de um estalo num momento roubado pela lógica de se está vivendo?
Talvez eu não saiba as principais regras de ‘como se portar pra viver’ ou de ‘eu não posso, você pode’. Mutilaria minhas memórias pra meu mundo seja simples, com resposta, inventaria truques de ladrão a fim de roubar um minuto a cada mês para no final do ano ter 12 minutos de sobra pra descansar, seria o que eu precisava!
A cada lembrança, uma canção acompanha como marca, símbolo de um tempo em que reinava minha imaginação, em que mentiria pra mim mesmo pra ser feliz, pra olhar um futuro sem pensar em possibilidades do presente ofusca-lo. Transporia meus choros por risos pra ver alguém feliz por mim, sem eu pensar nem desconfiar que tudo seja mentira ou decisão de momento... Meu oceano secou, trazendo discórdia, caos, guerra sobre meu ser, as águas tomaram o rumo do universo, abandonando minha terra, meu planeta, restando apenas o podre nas suas maravilhas que lá existiam. Não há tempestade mais perigosa que a minha, que atravessa montes, climas e dimensões até maiores do que valores e taxas numéricas já inventadas.
Na busca da perfeição, na perfeição de ser feliz, não de ser perfeito, de ser o mais dos mais, assim com em noites frias, meu mundo é assim, frio, enigmático, e simples por sua beleza, oh a chuva! A noite, e sua mística, sou assim, igualzinho a uma noite chuvosa!
Quanto a quem ficou pra trás, àqueles que passaram ao meu caminho? Hum, Deus deu um destino melhor a seus caminhos, lhe mostrou que pequenas e inúteis amizades, como o nome já diz, não servem pra nada, apenas para serem descartadas! Amigos, inimigos, ruins, maus, tristes, felizes, simples, complexos, falastrões, calados, mudos, eu... Morreria em paz ao saber que muitos foram sinceros quando dissessem ao menos que me odiavam, na cara, já que não escutaria ao contrario... Morreria na Paz de Cristo ao saber que certos motivos se consumaram em protesto dos meus.
E sabe lá Deus o que eu faria pra defender e minha pátria maior, meus sonhos, vivo por custo deles, eles me fazem forte, simples demais por minhas qualidades ilimitadas, temor à Deus por meus atos, e as vezes nem dou conta que Ele existe. Tenho minha magia, vinda de um outro alem ai (rsrsr). Ganharei o Oscar de melhor ator no filme meu murmúrio, sem contar de um outro de auto-direção, óbvio como melhor diretor!
Tratarei na lábia meu coração, esse instrumentozinho que muitos usam como desculpa depois de um demorando lamento em relação à erros e ainda afirmam que o coração manda, mas todo mundo sabe que não é bem assim, atos descendem simplesmente da necessidades e vontade e não tem nada a ver com amor. Ah, e se tivesse, inventariam um novo inferno apenas pra essas causas.
Pra outros que se foram da minha vida por sem opção, que sejam felizes, que Deus os abençoe, dê todos os subsídios que necessitam para uma vida melhor e, que não esqueçam de levar aonde quer que forem as lembranças.
Desdenharia meu mundo se pudesse, se tivesse a chave de uma simples resposta, quem eu sou?