quarta-feira, 4 de julho de 2012

Parler à Mom Père



A diva Céline Dion quebra um Jejum de cinco anos sem um disco inédito. O álbum se chama Parler à Mon Père (Fale com o meu pai), cantado em sua língua nativa (Francês), Céline lançará em Novembro a nova empreitada.
Recentemente, após três meses de férias não programadas para um tratamento médico devido a uma inflamação na faringe quando Céline levou o público do Ceacer’s Palace ao delírio cantando a música Rolling in the deep da cantora Adele.
Aqui na integra Parler à Mom Père lançada neste último dia 2 de Julho na sua rede do youtube e site oficial, também disponível no iTunes, curtam.
Logo disponibilizo a letra da música no site letras.mus.br assim que o sistema a libere.

Por Whermane Mendonça

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Too Tired


A cada dia a mais em minha vida aprendo com mais eficácia a imparcialidade das pessoas, seus modos e razões. Posso sentir fluir seus anseios e medos em suas palavras e atos, sei exatamente o que esperar delas e ao mesmo tempo me exacerbo em temer novos trunfos e inesperados jogos.

Aprendo com o egocentrismo que me circunda e com a força vibrante da hipocrisia que tende em acompanhar-me naqueles em que mais dou um voto de fé.
Vejo que a mutação ao longo do tempo, de mim, dos outros, passa apenas de fases e determinados estilhaços de tempo lançados pelo destino como um som, algo que ecoa. Eu vejo crescer minha vontade, meu comodismo que o detenho e assim mesmo continua, vejo a raça e a coragem de quem tem tanto amor para dar e ninguém pra receber. Vejo o meu desespero na tentativa de conhecer as pessoas, aqueles desconhecidos e ímpios. Na esperança de que haja um conserto, algo ao menos cálido que venha acalentar esse 'algo' tão frio e desdenhoso. 
Dou um suspiro ao encontro do último, do derradeiro, cada um como uma contagem, uma linha desde o meu nascimento até agora, que condiz a sabedoria e a maturidade. 
E vem o sono, o cansaço, a monotonia, o imparcial de ser quem sou, a mesmice de viver e vivenciar, a palavra imposta missão, a missão imposta obra.
Quero abraçar o mundo e não tenho braços para isso, e entre o lance das tentativas, eu pego um cochilo, e cochilo!

Por Whermane Mendonça