
Quando mais necessita-se de correr, e as coisas vão a pulso de acordo com o seu tempo, de acordo com sua difulsão, é a vida, mantendo o curso.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
São ELES

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Pertenço, apenas...

Não pertenço ao acto de falar ao longo, acto tal de incansáveis ‘speech-outs’, que não sou falastrão o verso ao contra-verso, ao invés do inverso.
Jamais fui de ‘glória dos machistas’, do inabalável ‘bigode’ que sobreguarda suas índoles tolas divergindo aos seus medos infantis. Não tomo por real ou garantindo a fúria da fase, quando por debaixo do grosso há apenas um lindo emocional, quando há apenas aquele que possa chorar.
Não julgo por julgar apenas, eu analiso por necessitar, ou domo por apenas saber e perco por apenas não poder. Não sou apenas feito do porquê da visão, transbordando em realidade, cuspindo a veracidade, feito de convicções sou, não das controvérsias, figuro antes de usar, de querer, de ‘estar’, figuro porque sei do amanhã, não por medo, mas por precaução.
É não pertencer, não apenas deixar-se ser, se se tratando de não ver-se, sentir-se não pelo espelho, mas por suas mãos, no rosto, nos olhos, nos lábios, quisera alguém já houvera feito, é bom ver-se no real, as vezes.
Não pertenço à eles que são, estão, ansiam, giram e tentam o ‘não’.
Pertenço à autenticidade, por ser único, capaz e verdadeiro, pertenço a mim, por mim e comigo!
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Há 1 ano

Tende ficar o desejo da volta, a espera do imutável, a chance que jamais será dada. Permanece a imparcialidade do olhar, da fala, dos gestos, uma memória inacabada, perfeita por entre a dimensão dos anos.
Acabou! Acabou o som da respiração, o bailar dos olhos, as pompas da energia do caminhar. Acabou um sonho, um grito, um sonido que vinha de um peito que acabara de encontrar a vida.
Há um ano não se vê aquele sorriso que encantava, as brincadeiras ainda ingênuas, os desejos ainda por serem prontos. Há um ano terminou uma saga: em busca de razões, com busca de respostas, em busca de, talvez mais nada, pois quem dera, já sabia o que queria.
Terminou o sopro da vontade de continuar, de desbravar os horizontes distintos, ocultos ainda. Indagou-se um porquê.
Há exatamente um ano foi-se alguém simples, única de ligeiras boas impressões, de ligeiros aspectos de qualidades escondidas. Foi-se alguém que procurava como qualquer um outro a eterna felicidade, o eterno paraíso, foi-se já o espaço que ocupava a lacuna em nós, foi-se o som, o mirar, a dita, o carinho, a molecagem, a imaturidade, as convicções. Por nada mais partiu, viajou.
Exatamente 365 dias iniguais, inimagináveis, que condiz a ida de uma jovem de 20 anos de idade que acreditava nos sonhos, que gostava de músicas, das festas, dos convites, de aventuras, de gargalhar.
Foi-se Sawiry Gomes, e deixou ininterruptas lembranças, memórias que jamais sairão de nossas mentes.
Deixando em nós aqueles lapsos de memórias que vêm ao contra-tempo, que nos fazem rir por nada, apenas por recordar-se, apenas por nos fazer não deixar de lembrar que conosco ela passou os melhores momentos de sua vida.
Uma homenagem de Whermane Mendonça, de longe, mas presente.
Saudades Eternas.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
‘It has started’

O riso é o resultado da criação da fala através de nossas emoções, através de nossas necessidades de pôr o mau para fora, e tomar o ar da felicidade.
É deixar-se ir, amar, pensar, viver, criar, cultivar... É limitar-se não apenas aos limites, mas em torno de onde seus pés podem ir, em concordância com a posse de seus instintos e desejos. Apenas com momentos simples, isolados, com pessoas que possam nos proporcionar diversão e vise e versa, curtir, gozar.
Apenas amar, deixar-se ir e viver!!!
[A vida é feita de apenas momentos: pequenos, simples, unanimes e apenas momentos, seus, os viva!]